AEB Diário – quarta-feira, 02/06/2021

Legislação

1 – Legislação Federal publicada na Edição do DOU de 02.06.2021 – Seção 01:

Pág. 43 – Ato Secretaria Especial de Fazenda COTEPE/PMPF nº 19, de 01/06/2021 Altera o Ato COTEPE/PMPF 18/21, que divulga o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) de combustíveis.

Pág. 43 – Despacho Secretaria Especial de Fazenda nº 36, de 01/06/2021  Publica os Laudos de Análise Funcional – PAF-ECF.

Consultar seção 01 DOU 02.06.2021

Notícias

Embarque de minério do Brasil sobe 24% em volume em maio; mais que dobra em valor
As exportações de minério de ferro do Brasil aumentaram cerca de 24% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado, com mineradoras como a Vale (VALE3) aproveitando os preços que dispararam no mercado global diante do forte apetite da China, enquanto outras nações também se recuperam da pandemia. [Leia a matéria completa em Money Times]

Balança comercial segue batendo recordes e tem melhor maio da história com superávit de US$ 9,291 bilhões
Beneficiada pelo início da safra e pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de maio, desde o início da série histórica, em 1989. No mês passado, o país exportou US$ 9,291 bilhões a mais do que importou. [Leia a matéria completa em Comex do Brasil]

CNI defende abertura “gradual e previsível” e novos acordos para dinamizar o comércio exterior brasileiro
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, defende uma abertura comercial, que deve ser implementada de forma “gradual e previsível”, a redução da burocracia e do chamado “Custo Brasil” e a negociação de acordos comerciais para dinamizar e modernizar o comércio exterior brasileiro. Segundo o presidente da CNI, ”somos a favor da abertura comercial, mas é crucial que ela ocorra de forma gradual, previsível, por meio de acordos comerciais e da adoção de uma política comercial completa, que abranja os vários aspectos da competitividade do comércio exterior e nos permita competir em bases mais equânimes com concorrentes internacionais”. [Leia a matéria completa em Comex do Brasil]